23/01/2013 às 12:40 - Atualizado em 18/02/2016 às 20:45

Seca no Ceará afeta fazendeiros e comerciantes

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Com a falta de água nos municípios do estado os fazendeiros sofrem para manter seu gado vivo e isso se reflete na venda ocasionando os autos preços em frigoríficos e supermercados. É uma crise que afeta a toda população, desde os fazendeiros, consumidores e empresários do ramo frigorifico na região nordeste. Pois com a escassez da chuva o preço do gado fica bastante elevado causando uma grande preocupação aos comerciantes. O Sindicato Atacadista de Carnes Frescas e Congeladas de Fortaleza SINDICARNES (www.sindicarnes.blogspot.com) se reuniu com seus associados para formar grupos e convênios, tentando assim amenizar os prejuízos causados aos comerciantes de carne.

Segundo o Serviço Estadual de Meteorologia, há mais de 10 meses não chove, no sul do Ceará. Os pastos secaram e aos poucos foram sumindo da paisagem das fazendas.

Grandes criadores da região (fazendeiros) já chegaram a perder mais de 200 vacas que morreram de fome a cada dia que passa.

A falta de chuva em vários municípios Nordestinos já fez a Ematerce (Empresa de Assistência Técnica Extensão Rural do Ceará) http://www.ematerce.ce.gov.br/ contabilizar a morte de 6 mil cabeças de gado. Esses números crescem a cada dia sem a chuva. A temperatura aumenta os pastos secam e assim o gado não se alimenta e vai morrendo de fome e cede. Afetando também as pequenas fazendas. Para os agricultores familiares, só a volta da chuva pode compensar os prejuízos. “Se não chover logo, muita gente não vai mais ter condição de comprar ração e vai abandonar os animais para que não morram perto de casa”, declara o agricultor familiar Cícero Filgueira ao Globo Rural.


Fonte: Globo Rural